terça-feira, 29 de abril de 2014

Dor Lombar: causas, alívio e tratamento





Sabe aquela dorzinha chata que às vezes aparece na parte inferior das costas, na região lombar? Todo mundo já sentiu alguma vez na vida. E, se não sentiu, você não perde por esperar. Isso porque a tal “dor lombar” está cada vez mais famosa nos consultórios médicos – a Organização Mundial de Saúde (OMS) afirma que 85% da população sofrem ou vão sofrer deste incômodo.
Nossa bola de cristal está um pouco preguiçosa hoje, então não temos como prever se você vai entrar nessa estatística. Mas, se você souber quais são as principais causas, pode encontrar caminhos para passar bem longe desse mal.

Principais causas

A dor lombar ocorre quando alguma coisa não vai bem com a coluna vertebral. Geralmente, isso acontece quando um músculo ou nervo foi comprimido ou estirado. Além disso, os discos intervertebrais, que ficam entre os ossos da coluna e são responsáveis pela nossa mobilidade, tendem a se enfraquecer conforme a idade vai avançando, o que diminui a capacidade de absorção de impacto que a sua lombar tinha quando você era jovem.
Às vezes, uma pressão sobre os nervos da coluna também pode dar uma sensação de queimação, o que causa dor.

Ou seja: basicamente tudo relacionado ao disco vertebral, artrite, estiramento na coluna, estruturas de sustentação e estabilização, espaço do canal medular e escoliose (desvio na curvatura da coluna) pode ocasionar uma dor lombar.
Mas como é possível judiar tanto assim da coluna?
Sim, a nossa coluna sofre. E muito mais do que você imagina. Os músculos da coluna podem ficar doloridos por conta de uma série de movimentos errados e/ou contínuos que fazemos no dia a dia e, pior: sem perceber. Por exemplo:
Levantar peso de forma errada;
Ficar muito tempo sentado e na postura errada;
Dormir de mal jeito;
Sedentarismo, excesso de peso, gravidez e estresse também estão relacionados entre as principais causas.

Alívio e Tratamento

A boa notícia é que existe solução para dor nas costas.
Se você sentir algumas pontadas ou dores após uma lesão, o indicado é fazer um bom repouso de um ou dois dias e tomar analgésicos. Depois, é só voltar para suas atividades normais.
Exercícios e alongamentos lombares também são muito eficientes para aliviar as dores.
Agora, se a sua dor lombar for persistente, procurar um médico especialista é sempre a melhor alternativa. Ele irá indicar o melhor tratamento para o seu caso.
Por fim, é interessante saber que estudos recentes mostram que exercícios específicos voltados para a coluna, com a orientação de um fisioterapeuta ou não, podem reduzir significativamente a dor em pacientes cuja a causa não é especificada. Outros também comprovaram que a massagem é uma excelente aliada no combate à dor lombar. E, em 2013, uma pesquisa publicada no Clinical Journal of Pain descobriu que a terapia cognitivo-comportamental, que ajuda a treinar pacientes a lidar com a dor, também leva a melhorias significativas.

Prevenção

Já ouviu aquela história de que a melhor defesa é o ataque? Esse com certeza é um desses casos.
Se você não pretende passar momentos incômodos na companhia da chatíssima dor lombar, o mais recomendado é que você mantenha boa postura – tanto para andar, sentar e até para dormir. Faça atividades físicas com regularidade, alongamentos antes de começar as atividades físicas ou levantar cargas de peso. Os efeitos podem até não ser comprovados, mas uma coisa a gente garante: você não perde nada em tentar.
                                                                                                       
                                                                                                               (Terminologias Populares)

Fratura por estresse: prevenção e tratamento

     



Quem pratica um esporte de impacto como a corrida sabe que está sujeito a sofrer, em algum momento da sua vida de atleta, algum tipo de lesão. E uma das contusões mais comuns entre os corredores é a fratura por estresse, que corresponde de 5% a 16% de todas as lesões dos praticantes da atividade, segundo informações do site oficial da Federação Paulista de Atletismo.

A fratura por estresse pode ser denominada como "fissuras microscópicas dos ossos, causadas por uma quantidade de impacto excessiva".

Sua ocorrência se dá, normalmente, quando o corredor exagera, e acaba ultrapassando seus limites durante as passadas. O osso, apesar de ser muito duro, é uma peça biológica viva, que se desgasta durante as atividades diárias e se recupera durante o repouso. Cada ser vivo tem seu próprio ponto de equilíbrio entre os desgastes que sofre e a capacidade que seu organismo tem de se regenerar.




Quando esse limite é ultrapassado, os mecanismos de reparação não conseguem repor as perdas causadas pelo uso e, em decorrência deste déficit entre uso e reparação, algumas partes do osso podem entrar em fadiga e aparecer a fratura por fadiga de material ou fratura por estresse.

Alguns ossos, sobretudo dos membros inferiores, são os mais atingidos pelo mal. Um estudo revela que entre os atletas, as fraturas por estresse respondem por 0,7 à 15,6% de todas as lesões, sendo 10% um valor aceitável. Este mesmo estudo revela que os ossos mais acometidos nos corredores são a tíbia (37,5 a 63 %), os metatarsais (14 a 37,4%), a fíbula (osso lateral da perna com 9,2 a 21%), o fêmur (3,5 a 6,5%) e o navicular (osso no pé 0,7 a 5,9%).

Ainda falando em estatísticas, as mulheres têm mais fraturas por estresse do que os homens. Muitos ortopedistas atribuem este fato a uma condição conhecida como `a tríade da atleta feminina’. Esses três fatores que aumentam as chances das mulheres de terem a fratura são:

- Desordem alimentar (bulimia ou anorexia);
- Amenorréia (sem menstruação);
- Osteoporose. Quando a massa óssea da mulher diminui



Descobrindo o problema

Em uma primeira fase, para que haja a detecção da fratura por estresse, o médico fará uma espécie de entrevista com o corredor, para saber a origem da dor, que é a primeira etapa da lesão. O especialista deverá saber o regime de treinamento do atleta, como são feitos, local de treino, calçados e outros fatores de risco para o surgimento da lesão.

Nesta fase as radiografias podem ser negativas. Posteriormente, elas mostram a presença de traço de fratura incompleta, que pode passar despercebido se o médico não conhecer a história e não souber que se trata de um atleta, realçando a importância da visita ao médico logo que surge a dor.

Para prevenir, o ideal é que o corredor não busque uma evolução no esporte de forma exagerada e sem a supervisão de um especialista, e sim um desenvolvimento gradativo. Outros fatores que ajudam na prevenção são:

- Melhorar a função muscular, aprimorando a força e a flexibilidade;
- Prestar a atenção nos aspectos nutricionais/ metabólicos. Exemplo cálcio, magnésio e etc.
- Prestar atenção na escolha do calçado utilizado para correr, bem como o tipo de piso;
- Prestar atenção nos sinais e sintomas que o corpo mostra, como edema, dor e hipersensibilidade focal.


Tratamento e retorno ao treinamento

O tratamento para a fratura por estresse pode se dar de duas formas: cirúrgica ou não cirúrgica. O tratamento não cirúrgico é conservador, com repouso relativo, isto é, afastado de toda e qualquer atividade de impacto, podendo o atleta realizar atividades na água e exercícios de fortalecimento e alongamento para manter sua condição muscular e cardiorrespiratória.

Neste caso, é importante que o atleta fique longe da atividade que lhe causou a fratura durantes seis a oito semanas, para que ocorra a cura total da lesão. Se a atividade que causou a fratura por estresse é retomada muito rapidamente, podem se desenvolver fraturas maiores, e mais difíceis de curar.

A cirurgia ocorre nos casos mais severos, para que haja uma readaptação adequada. O procedimento pode envolver fixação do local da fratura, e a reabilitação faz-se numa média de quatro a seis meses.

Após totalmente curado, o corredor poderá voltar a praticar o esporte tranquilamente. Porém, é importante que essa volta seja feita de forma leve, com carga e velocidade menores. A única restrição (que não é exatamente uma restrição imposta pelo médico, mas pelo próprio limite biológico do atleta ou da atleta) é não ultrapassar o seu próprio limite de tolerância biológica ao treinamento, recomendação que, muitas vezes, implica em mudar o programa de treinamento.

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Torcicolo

O torcicolo é uma patologia caracterizada pela contração involuntária dos músculos do pescoço. Pode ser causado pela má postura ao dormir, rotação voluntária, distensão muscular e outros. Seu tratamento normalmente inclui o uso de: relaxante muscular, anti-inflamatório, massagem e calor úmido. É um ótimo modo de tratar torcicolo.
 Sinais e Sintomas de torcicolo
Os sintomas do torcicolo incluem:
  • Dor no pescoço;
  • Limitação do movimento;
  • Um ombro pode ficar mais elevado que o outro e 
  • Poderá ocorrer assimetria da face.
Tratamento para torcicolo
O tratamento para torcicolo tem como objetivo eliminar a contração do músculo envolvido. Para tal pode-se recorrer ao uso de uma bolsa de água morna no local por 20 minutos  seguido de uma suave massagem diretamente sob o músculo afetado e alongamento para o lado contralateral.
Remédio para torcicolo
Um bom tratamento para torcicolo é o uso de relaxante muscular  e  de anti-inflamatórios orais e tópicos, que podem ser utilizados sob orientação médica. 
Massagem para torcicolo
A massagem para o torcicolo deve ser feita da seguinte forma:
  • Passar um pouco de óleo de amêndoas, anti-inflamatório tópico ou outro qualquer, no lado  afetado;
  • Com a mão oposta massagear suavemente a região dolorida, fazendo movimentos circulares, sempre no sentido do ombro para a orelha durante alguns minutos;
  • Quando estes músculos estiverem mais maleáveis e menos doloridos, deve-se massagear o outro lado do pescoço e a parte de trás do pescoço, com os mesmos movimentos.
Obs:
Não é recomendado exercer muita pressão, lembre-se sempre de respeitar o limite da dor, descanse e evite forçar o pescoço  com movimentos bruscos ou de torções nas próximas 48 horas.
                                                                                                                      ( Terminologias populares )

Principais sinais e sintomas de fratura

Os  principais sinais e sintomas de uma fratura podem ser:
  • dor intensa
  • incapacidade de mexer o membro fraturado
  • ferimento no local da fratura
  • inchaço
  • deformidade do membro fraturado
Muitas vezes, apesar de existir a fratura não há alteração aparente do segmento fraturado, por isso nunca se deve tentar “endireitar” uma fratura ou “colocar o osso no lugar”.
As fraturas dos braços, antebraços e clavículas são as mais comuns, ao contrário das fraturas das pernas, que são mais raras por serem estes ossos mais resistentes.
Fratura na coluna
Os  sinais e sintomas de fratura na coluna podem incluir:
  • dor intensa na região  do segmento da coluna acometida
  • incapacidade em mexer as pernas e/ou os braços
  • formigamento ou perda de sensibilidade abaixo da fratura
  • perda do controle respiratório, esfincteriano e outros
Fratura no cóccix
Os sinais e sintomas de fratura no cóccix podem incluir:
  • dor intensa no cóccix
  • dor ao sentar, passar para a posição de pé e defecar
  • inchaço da região do cóccix
  • saliência ou depressão na região do cóccix
Fratura no pé
Os sinais e sintomas de fratura no pé podem ser:
  •  dor e inchaço do pé
  • ferimento no pé
  • deformidade do pé
  • incapacidade em mexer  e ou apoiar o pé
Fratura na costela
Os sinais e sintomas de fratura da costela podem incluir:
  • dor intensa ao toque, movimento, respirar, rir ou tossir
  • dificuldade em respirar
  • falta de ar
  • sonolência
  • fôlego curto
  • cansaço
  • tórax em barril
Fratura no crânio
Os sinais e sintomas de fratura no crânio podem incluir:
  • dor localizada
  • perda de consciência
  • sangramento pelo nariz ou ouvido
  • afundamento da cabeça
  • dilatação da pupila dos olhos
Fratura no braço
Os sinais e sintomas de fratura no braço podem ser:
  • incapacidade de mobilização do braço
  • dor localizada e ou irradiada do braço
  • deformidade
  • dormência
Fratura no punho, mão ou dedo

Os  sinais e sintomas de fratura no pulso, mão ou dedo podem incluir:
  • incapacidade em movimentar
  • dor
  • deformidade do punho, mão ou dedo
  • inchaço do punho, mão ou dedo
  • alteração da cor do punho, mão ou dedo
Fratura no fémur
Os sinais e sintomas de fratura de fémur incluem:
  • deformidade da coxa
  • dor em toda coxa
  • aumento de volume localizado
  • encurtamento do segmento afetado
Fratura no joelho
Os s sinais e intomas de fratura no joelho podem ser:
  • dor intensa no joelho
  • deformidade
  • inchaço do joelho
  • incapacidade de deambular
Fratura na bacia
Os sinais e sintomas de fratura na bacia podem incluir:
  • dor intensa na bacia, face anterior, posterior e ou virilhas
  • irradiação para membros inferiores
  • incapacidade em colocar-se de pé e ou andar
  • urina com sangue
Fratura no nariz
Os sinais e sintomas de fratura no nariz podem ser:
  • inchaço do nariz
  • dor no nariz
  • dificuldade em respirar
  • desalinhamento do nariz
Em caso de suspeita de fratura é muito importante levar o paciente ao hospital para que a fratura possa ser confirmada através de um exame de Raios X ou Tomografia Computadorizada.

                                                                                                                                                (Terminologias populares )

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