quarta-feira, 28 de maio de 2014

Traumatismo Craniano

Mesmo uma pequena lesão no cérebro pode ter consequências graves. Sinais de danos no órgão muitas vezes só se manifestam horas ou dias depois. Tomografia computadorizada pode reconhecer sangramentos e hematomas.

Sem o nosso cérebro, nada funciona. Sem o cérebro, não nos movemos, não falamos, não comemos, não sabemos nosso nome e não reconhecemos as pessoas. Mesmo uma pequena lesão no cérebro pode ter consequências graves. Apesar dos estáveis ossos cranianos que o protegem, fortes vibrações causadas por golpes ou quedas podem comprometer tanto o crânio como o cérebro e os vasos sanguíneos nele contidos, causando o chamado traumatismo craniano.

Infelizmente, não é fácil reconhecer, depois de um acidente como o sofrido pelo ex-piloto de Fórmula 1 Michael Schumacher, o quanto o cérebro foi afetado. Pois sangramentos perigosos, inchaços ou coágulos no cérebro se manifestam muitas vezes somente horas ou até dias depois.

Por isso, os médicos avaliam a gravidade da lesão primeiramente com base em características externas. Primeiro, o especialista checa como o ferido se comporta, se ele abre os olhos, se responde a estímulo verbal, se seus movimentos são controlados, se ele responde a estímulos dolorosos e quanto tempo ele ficou inconsciente.

De inofensivo a fatal.
Um traumatismo craniano pode ser relativamente inofensivo, mas também pode ser fatal. A medicina divide a gravidade da lesão em diferentes níveis. O primeiro e mais leve nível de um traumatismo craniano é conhecido como concussão. Caso as funções do cérebro sejam afetadas, elas retornam após cerca de quatro dias. Numa tomografia computadorizada, não é visto dano algum no cérebro.

No trauma moderado, a vítima fica inconsciente por algum tempo − 15 minutos ou mais. Geralmente, quanto maior for a perda de consciência, maior é o risco de dano físico e mental permanente. Na forma moderada de um traumatismo craniano, paralisias geralmente desaparecem após cerca de quatro semanas. Outros distúrbios, como problemas de concentração, dores de cabeça ou tontura, podem durar anos, no entanto.

Trauma grave:
Os pacientes com traumatismo craniano grave ficam inconscientes por mais de uma hora. Os distúrbios neurológicos são geralmente grandes. Um paciente com uma lesão grave na cabeça sofre convulsões, paralisias e alterações de personalidade. Os danos são muitas vezes irreparáveis.
A tomografia computadorizada pode dar uma visão clara da gravidade do traumatismo craniano. Nela, os médicos conseguem reconhecer sangramentos, hematomas e inchaços (edemas).

Pacientes que sofrem um trauma moderado ou grave devem ser tratados na UTI. Muitas vezes, é necessária uma operação de emergência para reduzir a pressão intracraniana – como a feita por Schumacher. Pois, ao contrário de uma lesão no tornozelo, por exemplo, o inchaço no cérebro não pode se expandir para fora, porque é impedido pelo crânio. Por isso, o médico perfura pequenos orifícios no crânio, pelos quais pode liberar uma hemorragia ou hematomas. A pressão intracraniana deve ser verificada constantemente. Medicamentos também podem ajudar a reduzir a pressão.




Lombalgia


O que é Lombalgia?
A lombalgia acontece quando uma pessoa tem dor na região lombar, ou seja, na região mais baixa da coluna perto da bacia. É também conhecida como "lumbago", "dor nas costas", "dor nos rins" ou "dor nos quartos". Não é uma doença, é um tipo de dor que pode ter diferentes causas, algumas complexas. No entanto, na maioria das vezes, o problema não é sério. Algumas vezes, a dor se irradia para as pernas com ou sem dormência.

Causas

Frequentemente, o problema é postural, isto é, causado por uma má posição para sentar, se deitar, se abaixar no chão ou carregar algum objeto pesado. Outras vezes, a lombalgia pode ser causada por inflamação, infecção, hérnia de disco, escorregamento de vértebra, artrose (processo degenerativo de uma articulação) e até problemas emocionais.

Tipos

Há dos tipos de lombalgia: aguda e crônica. A forma aguda é o "mau jeito". A dor é forte e aparece subitamente depois de um esforço físico. Ocorre na população mais jovem. A forma crônica geralmente acontece entre os mais velhos; a dor não é tão intensa, porém, é quase permanente.

Diagnóstico de Lombalgia

Nem sempre é preciso fazer exames como a ressonância magnética. Em mais de 90% das vezes, o diagnóstico e a causa são estabelecidos com uma boa conversa com o paciente e com um exame físico bem feito. Em caso de dúvida, o passo seguinte é a radiografia simples. A densitometria é um exame usado na osteoporose, porém osteoporose não provoca dor. O que dói é a fratura espontânea de uma vértebra enfraquecida pela osteoporose. Portanto, na maioria das vezes, a densitometria não é necessária nos casos de lombalgia.

Tratamento de Lombalgia

Na crise aguda de lombalgia, o exercício está totalmente contraindicado. Deve-se fazer repouso absoluto, deitado na cama. Uma alternativa é deitar de lado em posição fetal (com as pernas encolhidas). Não estão indicados na fase aguda: tração, manipulação, RPG, cinesioterapia, alongamento e massagem.
Os analgésicos e os anti-inflamatórios podem ser usados. Sedativos são úteis para ajudar a manter o paciente em repouso no leito. Existem outras substâncias muito usadas, porém sem nenhuma eficácia científica comprovada, tais como: vitamina B12, cortisona, cálcio, gelatina de peixe, casca de ovo, casca de ostra e geleia de tubarão. Nenhuma delas tem efeito comprovado. Nota-se que, quanto mais bem feito o repouso, menos medicamentos são necessários. Obviamente, deve-se tratar a causa da lombalgia.
Nem todos os casos de hérnia de disco têm de ser operados. Quase todos regridem com repouso no leito, sem necessidade de cirurgia. Assim, a hérnia murcha e deixa de comprimir estruturas importantes, como os nervos. O tratamento cirúrgico está indicado apenas nos 10% dos casos em que a crise não passa entre três a seis semanas, em pacientes que têm crises repetidas em um curto espaço de tempo ou quando existem alterações esfincterianas (perda de controle para urinar e defecar).

Enquanto, no adulto, a maioria das lombalgias têm causas e tratamentos simples, a dor lombar no adolescente é incomum e com causas que devem ser investigadas cuidadosamente pelo médico ortopedista.

   

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Dor crônica: O mal do século

A dor crônica atinge milhões de pessoas no Brasil. Um estudo publicado na revista Pain mostra que a dor na parte da lombar representa 28% de todas as dores que levam os pacientes a procurarem os médicos. "Esse tipo de dor está se tornando um enorme fardo sobre a população. Essa pesquisa é um bom exemplo das medidas que estamos tomando para investigar esse assunto e reduzir a carga de dor crônica no futuro”, diz Linda Porter, conselheira do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos, que financiou o estudo.

Porém, não é qualquer tipo de dor que é considerada crônica. Esse tipo de dor é definido como o que persiste ou recorre por mais de três meses ou a dor associada a alguma lesão tecidual que se espera continuar ou evoluir.

O tratamento com anestésicos locais





Uma das reações mais comuns do ser humano é sentir dor e no caso de muitas pessoas, a dor já faz parte do cotidiano. Porém, existem muitos especialistas que desenvolvem seu trabalho voltado para a cura e diminuição desses sintomas fisiológicos.

Quando se fala em tratamento contra a dor, a maioria consiste em métodos invasivos. Porém alguns deles além de serem minimamente invasivos têm se mostrado muito eficazes na eliminação da dor. Eles se resumem em aplicações de medicamentos em determinada região (o tipo de medicamento e a região variam de acordo com o tratamento) e proporcionam um grande alívio aos pacientes. Não se esquecendo da associação de aplicação de calor local, orientações ergonômicas e posturais, exercícios orientados, mudanças de hábito, fisioterapia e uso de analgésicos e anti-inflamatórios. Essas dores crônicas, são responsáveis pela infelicidade de muitas pessoas e existe uma procura cada vez maior por esse tipo de terapia.



Matéria original: 
http://mulhercomsaude.com.br/bem-estar/controle-das-dores/


                              
 

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Vídeo sobre a "Terapia da dor"

Essa semana venho divulgar um vídeo muito interesante para quem deseja saber um pouco mais sobre a "Terapia da dor".

Essa terapia ainda é pouco conhecida no Brasil, ela propõe o tratamento de sintomas usando micro injeções com anestésicos, analgésicos e anti inflamatórios, que provocam um estímulo no sistema nervoso e "reorganizam" as funções do organismo.

Esse vídeo foi filmado no meu consultório de ortopedia onde atendo meus pacientes no Rio de Janeiro, em um dia de atendimento normal.

Espero que gostem!




Vídeo sobre a "Terapia da dor"

Boa tarde,

Venho divulgar um vídeo muito interesante para quem deseja saber um pouco mais sobre a "Terapia da dor".

Essa terapia ainda é pouco conhecida no Brasil, ela propõe o tratamento de sintomas usando micro injeções com anestésicos, analgésicos e anti inflamatórios, que provocam um estímulo no sistema nervoso e "reorganizam" as funções do organismo.

Esse vídeo foi filmado no meu consultório de ortopedia onde atendo meus pacientes no Rio de Janeiro, em um dia de atendimento normal.

Espero que gostem!



                                             














terça-feira, 6 de maio de 2014

O fim das dores

O fim das dores com tratamento de anestésicos locais associados a outros tratamentos conservadores.

O desenvolvimento da medicina é um dos campos mais investidos hoje em dia. As pesquisas que tratam de cura de doenças, desenvolvimento de medicamentos e a busca por uma vida com mais saúde estão muito avançadas. Uma das reações mais comuns do ser humano é sentir dor e no caso de muitas pessoas, a dor já faz parte do cotidiano. Porém, existem muitos especialistas que desenvolvem seu trabalho voltado para a cura e diminuição desses sintomas fisiológicos.
Quando se fala em tratamento contra a dor, a maioria consiste em métodos invasivos. Porém alguns deles além de serem minimamente invasivos têm se mostrado muito eficazes na eliminação da dor. Eles se resumem em aplicações de medicamentos em determinada região (o tipo de medicamento e a região variam de acordo com o tratamento) e proporcionam um grande alívio aos pacientes. Não se esquecendo da associação de aplicação de calor local, orientações ergonômicas e posturais, exercícios orientados, mudanças de habito, fisioterapia e uso de analgésicos e anti-inflamatórios.  Essas dores crônicas, são responsáveis pela infelicidade de muitas pessoas e existe uma procura cada vez maior por esse tipo de terapia.

Dentre esses, o uso e aplicação de anestésicos locais tem se mostrado uma das terapias mais eficazes, conforme:

-  “Tratamento da dor neuropática crônica pós-trauma com o uso do bloqueio periférico.”
Helton José Bastos SettaI; Odiléa Rangel GonçalvesII; Carlos TellesIII; Nubia VerçosaIV
Fonte: Ver. Dor vol.13 no.3 São Paulo July/Sept. 2012.
TTP://dx.doi.org/10.1590/S1806-00132012000300016

- “Avaliação da Eficácia do Agulhamento de Pontos-Gatilho Miofasciais (seco, 0,5% e 1% de lidocaína) em Pacientes Portadores de Dor Miofascial na Musculatura Mastigatória.”
Dr. Renato Oliveira Ferreira da Silva
Fonte: Tese do título de Doutor em Odontologia da Faculdade de Odontologia de Bauru da Universidade de São Paulo -2007

Essa substância busca provocar estímulos no sistema nervoso por meio de micro injeções a fim de reorganizar diversas funções do organismo, foco de desequilíbrio do impulso nervoso. Diferente da acupuntura, que usa a colocação de agulhas secas em pontos específicos do corpo, a injeção de anestésicos além de estimular os pontos, promove uma prolongada estimulação de centros neurológicos próximos ao local onde ocorreu a aplicação.

Essa estimulação leva em consideração fatores físicos e emocionais, sejam eles cirurgias ou traumas, que desequilibram o sistema nervoso. Tais alterações neurológicas resultam em sintomas físicos, como dores crônicas, rigidez e desequilíbrios posturais. A terapia consiste na estimulação de terminais nervosos que se encontram bloqueados, intoxicados ou estagnados por causa de tecidos inflamados e ou alterados troficamente. A aplicação da substância é capaz de restaurar o equilíbrio neurológico, levando ao desaparecimento do problema. Uma das maiores curiosidades dessas terapias é a sua capacidade de estimular memórias celulares e dos tecidos, mesmo àqueles muito distantes dos pontos de aplicação.

A grande vantagem desse tipo de tratamento é a sua alta capacidade de cura de dores crônicas com os mínimos efeitos colaterais. Esse é um grande campo em desenvolvimento no Brasil. Na Europa, Cuba, Colômbia e Argentina existe uma enorme gama de cursos para especialização nesse tipo de tratamento.



                                        
                                            Imagem da internet

Fisioterapia e ortopedia domiciliar

Conforto, qualidade e tratamento personalizado

Pacientes que estão em tratamento e não têm condições de sair de casa para ter atendimento, hoje em dia podem contar com o serviço de home care. Além do conforto de estar em casa, o paciente previne infecções hospitalares e tem cuidado personalizado, o que diminui os transtornos em uma hora tão delicada. Outra dificuldade que também pode ser melhorada quando usado esse tipo de cuidado, é a alimentação. Muitas vezes as pessoas enfermas não querem comer e no hospital fica mais complicado. Já em casa, pode ser mais fácil, já que estão mais familiarizadas com a forma de preparo dos alimentos.
Durante o processo, um fator que ajuda muito na recuperação é o emocional e o psicológico do paciente. Quando internados em um hospital, alguns encaram isso de forma negativa e acabam entrando em depressão, se afastando das pessoas. O clima tende a ser mais pesado pelo fato de estarem rodeados de pessoas doentes. Em casa evita-se o estresse da ausência familiar e não é necessário passar a noite com só um acompanhante, o que dá mais ânimo e segurança, e acaba tornado o processo mais agradável.
O público alvo é composto por pacientes com patologias estáveis, como doenças neurológicas, degenerativas e musculoesqueléticas. O importante é que a situação seja estável, para que não ocorram complicações que coloquem a vida do paciente em risco. Com isso, pessoas que estão voltando a viver em casa após uma internação, podem ter todo um auxílio na hora de se adaptar novamente na estrutura do lar e na rotina, mantendo mais convívio com pessoas que estão dispostas a ajudar no tratamento.
Em grandes cidades, além de todos esses fatores que podem agregar na hora de optar pelo home care, outra preocupação é o trânsito. Com o atendimento domiciliar, o tempo perdido durante o deslocamento, pode ser otimizado e revertido no tratamento, fazendo com que haja uma diminuição do estresse e aumento do conforto que é estar em casa.
No Rio de Janeiro, nada mais conveniente do que contratar o serviço de home care e fazer o tratamento com profissionais especializados que possam ajudar 24 horas por dia, já que o caos do dia a dia causa desgaste. Uma clínica de excelência localizada no Jardim Botânico é a CORA, que tem como referência o serviço de home care em Ortopedia, Traumatologia e Fisioterapia no atendimento pré e pós-cirúrgico, se tornando a melhor opção do estado do Rio de Janeiro. Em São Paulo, o Hospital Israelita Albert Einstein é conhecido por seus tratamentos e visa o conforto do paciente e cuidados e atenção personalizados. Dessa mesma forma, também em São Paulo, a empresa Hospitalitá é voltada para o atendimento home care e é conhecida pela qualidade no seu atendimento.

                                                                                Imagem da internet


terça-feira, 29 de abril de 2014

Dor Lombar: causas, alívio e tratamento





Sabe aquela dorzinha chata que às vezes aparece na parte inferior das costas, na região lombar? Todo mundo já sentiu alguma vez na vida. E, se não sentiu, você não perde por esperar. Isso porque a tal “dor lombar” está cada vez mais famosa nos consultórios médicos – a Organização Mundial de Saúde (OMS) afirma que 85% da população sofrem ou vão sofrer deste incômodo.
Nossa bola de cristal está um pouco preguiçosa hoje, então não temos como prever se você vai entrar nessa estatística. Mas, se você souber quais são as principais causas, pode encontrar caminhos para passar bem longe desse mal.

Principais causas

A dor lombar ocorre quando alguma coisa não vai bem com a coluna vertebral. Geralmente, isso acontece quando um músculo ou nervo foi comprimido ou estirado. Além disso, os discos intervertebrais, que ficam entre os ossos da coluna e são responsáveis pela nossa mobilidade, tendem a se enfraquecer conforme a idade vai avançando, o que diminui a capacidade de absorção de impacto que a sua lombar tinha quando você era jovem.
Às vezes, uma pressão sobre os nervos da coluna também pode dar uma sensação de queimação, o que causa dor.

Ou seja: basicamente tudo relacionado ao disco vertebral, artrite, estiramento na coluna, estruturas de sustentação e estabilização, espaço do canal medular e escoliose (desvio na curvatura da coluna) pode ocasionar uma dor lombar.
Mas como é possível judiar tanto assim da coluna?
Sim, a nossa coluna sofre. E muito mais do que você imagina. Os músculos da coluna podem ficar doloridos por conta de uma série de movimentos errados e/ou contínuos que fazemos no dia a dia e, pior: sem perceber. Por exemplo:
Levantar peso de forma errada;
Ficar muito tempo sentado e na postura errada;
Dormir de mal jeito;
Sedentarismo, excesso de peso, gravidez e estresse também estão relacionados entre as principais causas.

Alívio e Tratamento

A boa notícia é que existe solução para dor nas costas.
Se você sentir algumas pontadas ou dores após uma lesão, o indicado é fazer um bom repouso de um ou dois dias e tomar analgésicos. Depois, é só voltar para suas atividades normais.
Exercícios e alongamentos lombares também são muito eficientes para aliviar as dores.
Agora, se a sua dor lombar for persistente, procurar um médico especialista é sempre a melhor alternativa. Ele irá indicar o melhor tratamento para o seu caso.
Por fim, é interessante saber que estudos recentes mostram que exercícios específicos voltados para a coluna, com a orientação de um fisioterapeuta ou não, podem reduzir significativamente a dor em pacientes cuja a causa não é especificada. Outros também comprovaram que a massagem é uma excelente aliada no combate à dor lombar. E, em 2013, uma pesquisa publicada no Clinical Journal of Pain descobriu que a terapia cognitivo-comportamental, que ajuda a treinar pacientes a lidar com a dor, também leva a melhorias significativas.

Prevenção

Já ouviu aquela história de que a melhor defesa é o ataque? Esse com certeza é um desses casos.
Se você não pretende passar momentos incômodos na companhia da chatíssima dor lombar, o mais recomendado é que você mantenha boa postura – tanto para andar, sentar e até para dormir. Faça atividades físicas com regularidade, alongamentos antes de começar as atividades físicas ou levantar cargas de peso. Os efeitos podem até não ser comprovados, mas uma coisa a gente garante: você não perde nada em tentar.
                                                                                                       
                                                                                                               (Terminologias Populares)

Fratura por estresse: prevenção e tratamento

     



Quem pratica um esporte de impacto como a corrida sabe que está sujeito a sofrer, em algum momento da sua vida de atleta, algum tipo de lesão. E uma das contusões mais comuns entre os corredores é a fratura por estresse, que corresponde de 5% a 16% de todas as lesões dos praticantes da atividade, segundo informações do site oficial da Federação Paulista de Atletismo.

A fratura por estresse pode ser denominada como "fissuras microscópicas dos ossos, causadas por uma quantidade de impacto excessiva".

Sua ocorrência se dá, normalmente, quando o corredor exagera, e acaba ultrapassando seus limites durante as passadas. O osso, apesar de ser muito duro, é uma peça biológica viva, que se desgasta durante as atividades diárias e se recupera durante o repouso. Cada ser vivo tem seu próprio ponto de equilíbrio entre os desgastes que sofre e a capacidade que seu organismo tem de se regenerar.




Quando esse limite é ultrapassado, os mecanismos de reparação não conseguem repor as perdas causadas pelo uso e, em decorrência deste déficit entre uso e reparação, algumas partes do osso podem entrar em fadiga e aparecer a fratura por fadiga de material ou fratura por estresse.

Alguns ossos, sobretudo dos membros inferiores, são os mais atingidos pelo mal. Um estudo revela que entre os atletas, as fraturas por estresse respondem por 0,7 à 15,6% de todas as lesões, sendo 10% um valor aceitável. Este mesmo estudo revela que os ossos mais acometidos nos corredores são a tíbia (37,5 a 63 %), os metatarsais (14 a 37,4%), a fíbula (osso lateral da perna com 9,2 a 21%), o fêmur (3,5 a 6,5%) e o navicular (osso no pé 0,7 a 5,9%).

Ainda falando em estatísticas, as mulheres têm mais fraturas por estresse do que os homens. Muitos ortopedistas atribuem este fato a uma condição conhecida como `a tríade da atleta feminina’. Esses três fatores que aumentam as chances das mulheres de terem a fratura são:

- Desordem alimentar (bulimia ou anorexia);
- Amenorréia (sem menstruação);
- Osteoporose. Quando a massa óssea da mulher diminui



Descobrindo o problema

Em uma primeira fase, para que haja a detecção da fratura por estresse, o médico fará uma espécie de entrevista com o corredor, para saber a origem da dor, que é a primeira etapa da lesão. O especialista deverá saber o regime de treinamento do atleta, como são feitos, local de treino, calçados e outros fatores de risco para o surgimento da lesão.

Nesta fase as radiografias podem ser negativas. Posteriormente, elas mostram a presença de traço de fratura incompleta, que pode passar despercebido se o médico não conhecer a história e não souber que se trata de um atleta, realçando a importância da visita ao médico logo que surge a dor.

Para prevenir, o ideal é que o corredor não busque uma evolução no esporte de forma exagerada e sem a supervisão de um especialista, e sim um desenvolvimento gradativo. Outros fatores que ajudam na prevenção são:

- Melhorar a função muscular, aprimorando a força e a flexibilidade;
- Prestar a atenção nos aspectos nutricionais/ metabólicos. Exemplo cálcio, magnésio e etc.
- Prestar atenção na escolha do calçado utilizado para correr, bem como o tipo de piso;
- Prestar atenção nos sinais e sintomas que o corpo mostra, como edema, dor e hipersensibilidade focal.


Tratamento e retorno ao treinamento

O tratamento para a fratura por estresse pode se dar de duas formas: cirúrgica ou não cirúrgica. O tratamento não cirúrgico é conservador, com repouso relativo, isto é, afastado de toda e qualquer atividade de impacto, podendo o atleta realizar atividades na água e exercícios de fortalecimento e alongamento para manter sua condição muscular e cardiorrespiratória.

Neste caso, é importante que o atleta fique longe da atividade que lhe causou a fratura durantes seis a oito semanas, para que ocorra a cura total da lesão. Se a atividade que causou a fratura por estresse é retomada muito rapidamente, podem se desenvolver fraturas maiores, e mais difíceis de curar.

A cirurgia ocorre nos casos mais severos, para que haja uma readaptação adequada. O procedimento pode envolver fixação do local da fratura, e a reabilitação faz-se numa média de quatro a seis meses.

Após totalmente curado, o corredor poderá voltar a praticar o esporte tranquilamente. Porém, é importante que essa volta seja feita de forma leve, com carga e velocidade menores. A única restrição (que não é exatamente uma restrição imposta pelo médico, mas pelo próprio limite biológico do atleta ou da atleta) é não ultrapassar o seu próprio limite de tolerância biológica ao treinamento, recomendação que, muitas vezes, implica em mudar o programa de treinamento.

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Torcicolo

O torcicolo é uma patologia caracterizada pela contração involuntária dos músculos do pescoço. Pode ser causado pela má postura ao dormir, rotação voluntária, distensão muscular e outros. Seu tratamento normalmente inclui o uso de: relaxante muscular, anti-inflamatório, massagem e calor úmido. É um ótimo modo de tratar torcicolo.
 Sinais e Sintomas de torcicolo
Os sintomas do torcicolo incluem:
  • Dor no pescoço;
  • Limitação do movimento;
  • Um ombro pode ficar mais elevado que o outro e 
  • Poderá ocorrer assimetria da face.
Tratamento para torcicolo
O tratamento para torcicolo tem como objetivo eliminar a contração do músculo envolvido. Para tal pode-se recorrer ao uso de uma bolsa de água morna no local por 20 minutos  seguido de uma suave massagem diretamente sob o músculo afetado e alongamento para o lado contralateral.
Remédio para torcicolo
Um bom tratamento para torcicolo é o uso de relaxante muscular  e  de anti-inflamatórios orais e tópicos, que podem ser utilizados sob orientação médica. 
Massagem para torcicolo
A massagem para o torcicolo deve ser feita da seguinte forma:
  • Passar um pouco de óleo de amêndoas, anti-inflamatório tópico ou outro qualquer, no lado  afetado;
  • Com a mão oposta massagear suavemente a região dolorida, fazendo movimentos circulares, sempre no sentido do ombro para a orelha durante alguns minutos;
  • Quando estes músculos estiverem mais maleáveis e menos doloridos, deve-se massagear o outro lado do pescoço e a parte de trás do pescoço, com os mesmos movimentos.
Obs:
Não é recomendado exercer muita pressão, lembre-se sempre de respeitar o limite da dor, descanse e evite forçar o pescoço  com movimentos bruscos ou de torções nas próximas 48 horas.
                                                                                                                      ( Terminologias populares )

Principais sinais e sintomas de fratura

Os  principais sinais e sintomas de uma fratura podem ser:
  • dor intensa
  • incapacidade de mexer o membro fraturado
  • ferimento no local da fratura
  • inchaço
  • deformidade do membro fraturado
Muitas vezes, apesar de existir a fratura não há alteração aparente do segmento fraturado, por isso nunca se deve tentar “endireitar” uma fratura ou “colocar o osso no lugar”.
As fraturas dos braços, antebraços e clavículas são as mais comuns, ao contrário das fraturas das pernas, que são mais raras por serem estes ossos mais resistentes.
Fratura na coluna
Os  sinais e sintomas de fratura na coluna podem incluir:
  • dor intensa na região  do segmento da coluna acometida
  • incapacidade em mexer as pernas e/ou os braços
  • formigamento ou perda de sensibilidade abaixo da fratura
  • perda do controle respiratório, esfincteriano e outros
Fratura no cóccix
Os sinais e sintomas de fratura no cóccix podem incluir:
  • dor intensa no cóccix
  • dor ao sentar, passar para a posição de pé e defecar
  • inchaço da região do cóccix
  • saliência ou depressão na região do cóccix
Fratura no pé
Os sinais e sintomas de fratura no pé podem ser:
  •  dor e inchaço do pé
  • ferimento no pé
  • deformidade do pé
  • incapacidade em mexer  e ou apoiar o pé
Fratura na costela
Os sinais e sintomas de fratura da costela podem incluir:
  • dor intensa ao toque, movimento, respirar, rir ou tossir
  • dificuldade em respirar
  • falta de ar
  • sonolência
  • fôlego curto
  • cansaço
  • tórax em barril
Fratura no crânio
Os sinais e sintomas de fratura no crânio podem incluir:
  • dor localizada
  • perda de consciência
  • sangramento pelo nariz ou ouvido
  • afundamento da cabeça
  • dilatação da pupila dos olhos
Fratura no braço
Os sinais e sintomas de fratura no braço podem ser:
  • incapacidade de mobilização do braço
  • dor localizada e ou irradiada do braço
  • deformidade
  • dormência
Fratura no punho, mão ou dedo

Os  sinais e sintomas de fratura no pulso, mão ou dedo podem incluir:
  • incapacidade em movimentar
  • dor
  • deformidade do punho, mão ou dedo
  • inchaço do punho, mão ou dedo
  • alteração da cor do punho, mão ou dedo
Fratura no fémur
Os sinais e sintomas de fratura de fémur incluem:
  • deformidade da coxa
  • dor em toda coxa
  • aumento de volume localizado
  • encurtamento do segmento afetado
Fratura no joelho
Os s sinais e intomas de fratura no joelho podem ser:
  • dor intensa no joelho
  • deformidade
  • inchaço do joelho
  • incapacidade de deambular
Fratura na bacia
Os sinais e sintomas de fratura na bacia podem incluir:
  • dor intensa na bacia, face anterior, posterior e ou virilhas
  • irradiação para membros inferiores
  • incapacidade em colocar-se de pé e ou andar
  • urina com sangue
Fratura no nariz
Os sinais e sintomas de fratura no nariz podem ser:
  • inchaço do nariz
  • dor no nariz
  • dificuldade em respirar
  • desalinhamento do nariz
Em caso de suspeita de fratura é muito importante levar o paciente ao hospital para que a fratura possa ser confirmada através de um exame de Raios X ou Tomografia Computadorizada.

                                                                                                                                                (Terminologias populares )

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Sejam bem - vindos!

Para aqueles que tem interesse em conhecer um pouco mais sobre bem estar físico e dicas sobre saúde e dores, esse blog pode fornecer um conhecimento maior sem ser muito técnico.
Aqui busco mostrar fatos interessantes sobre temas relacionados ao meu trabalho, assim como matérias que possam trazer informações relevantes para a saúde.

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